Passamos 10 anos construindo software. Agora construímos produtos de IA.
Somos uma software house de São Paulo. Sempre entregamos código que vive em produção — não em apresentação. Hoje, essa mesma engenharia sustenta uma casa de produtos de IA proprietários, com uma regra que não abrimos mão: onde há IA, apontamos o código; onde é roadmap, dizemos.
De construir para os outros a construir o nosso.
Durante mais de uma década, fomos a fábrica por trás do software de muitas empresas — do MVP travado ao produto que escalou. Ao longo do caminho, montamos uma base comum de engenharia (.NET 10, infraestrutura própria, DevSecOps on-premises) tão sólida que passamos a usá-la para construir os nossos próprios produtos.
O resultado é uma linha de sete produtos de IA em produção: um sistema operacional de agentes que executam trabalho real, um grafo com o Brasil inteiro em dados públicos, um escudo que impede o vazamento de dados para IAs públicas, observabilidade sem instalar agente, BI de CFO como serviço, e um app construído por uma frota de agentes. A fábrica não parou — ela virou também um laboratório.
Quatro princípios que guiam cada entrega.
Copiloto primeiro, autonomia testada depois
A IA potencializa quem decide — não substitui o vínculo humano nos momentos que importam. Autonomia só onde a evidência autoriza.
Onde há IA, apontamos. Onde é roadmap, dizemos.
Cada produto declara onde a IA está de verdade — em produção, determinística, ou roadmap. Sem hype, sem promessa de mágica.
Código em produção como prova
Primeira entrega em semanas, garantia por escrito e acesso direto a quem decide. O risco não fica só do seu lado da mesa.
Seus dados, na sua casa
IA que roda na sua infraestrutura quando o dado é sensível. Segurança provada em build, não prometida em slide.
Como chegamos aqui.
Do guardanapo ao escopo. Grátis.
Traga a sua dor — de um processo que precisa de agentes a um software para tirar do papel. A gente devolve um plano claro.
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